Obra parada
Obra parada
não é obra perdida
Retomar depende de um número que ninguém tem: quanto já foi executado e quanto falta, em preço de hoje. É esse levantamento que fazemos — e é ele que destrava o aditivo, a nova licitação ou a recontratação.

Como a obra costuma chegar até nós
Contrato encerrado ou rescindido
A empresa saiu do canteiro e o que ficou executado nunca foi medido de forma que sirva para uma nova contratação.
Planilha original defasada
O orçamento foi feito numa data-base que já virou. Os preços não fecham mais e não dá para aditivar em cima deles.
Recurso de convênio travado
O concedente pede relatório do executado e cronograma atualizado para liberar a etapa seguinte.
Ninguém sabe o percentual real
Há medição antiga, há foto, há memória de quem acompanhou — mas nada consolidado que sustente uma decisão.
Em qualquer um deles o ponto de partida é o mesmo: medir o que existe hoje, em campo.
Como funciona
Do canteiro ao número
- 01
Levantamento em campo
Vamos à obra e verificamos serviço por serviço o que está executado, com registro fotográfico datado por frente. Nada é medido por relato ou por foto de terceiro.
- 02
Confronto com o contratado
O executado é confrontado item a item com a planilha do contrato, e o que foi pago é confrontado com o que foi medido. É aqui que aparece a diferença que travou a obra.
- 03
Atualização na data-base vigente
O saldo é reorçado na base oficial em vigor — SINAPI, SICRO ou o caderno do estado — com composições abertas e BDI demonstrado.
O que você recebe
- Boletim do executado
- Percentual por item da planilha contratada, com memória de cálculo.
- Relatório fotográfico
- Datado e organizado por frente de serviço.
- Relação de serviços a concluir
- O que falta, quantificado e orçado na data-base vigente.
- Cronograma de retomada
- Físico-financeiro do saldo, pronto para instruir o processo.
- Parecer técnico
- A leitura da situação contratual, quando o caso exige.
- Arquivos editáveis
- Todas as planilhas acompanham o arquivo de origem.
Com esse conjunto em mãos, o órgão ou o financiador tem o que precisa para autorizar a continuidade, e você consegue comparar propostas para o saldo.
Perguntas sobre obra parada
Minha obra parou. Dá para retomar?
Na maioria das vezes, sim — e o obstáculo costuma ser contábil, não construtivo. Ninguém decide nada sem saber quanto ainda falta. Levantamos em campo o percentual já executado, comparamos com o contrato e devolvemos a lista do que resta, com preço atualizado. Com esse documento dá para aditivar, relicitar ou recontratar.
O que vocês precisam para medir uma obra parada?
O contrato e a planilha contratada, o projeto, as medições já pagas e acesso ao canteiro. Faltando alguma dessas peças ainda dá para começar: o levantamento em campo independe de papel, e o que não existir a gente reconstitui a partir do que foi executado.
Manda o que você tem
Contrato, planilha contratada, a última medição ou só fotos do canteiro. A partir daí devolvemos escopo e prazo do levantamento.